Não tenho como falar de pessoas estranhas e não citar personagem de três dos meus filmes preferidos. Cinema é minha inspiração para tudo e para montar uma coleção não seria diferente.

Uma coleção na maioria das vezes é dividida em famílias. Não é a toa que as estampas se casam, as modelagens se completam e as texturas se completam. Assim, uma coleção se desdobra em outros mini-grupos que fazem o contexto deixar de ser monótono e virar um mundo de idéias infinitas.

Minhas idéias para essa coleção, bastante eu, com meus botões, literal e figuradamente, são reflexos de uma mente deliciosamente estranha. E que atire a primeira agulha quem não fizer parte desse cenário!

Falarei dos meus personagens e o esforço que eles fazem em saltar das duas horas de película para a minha vida toda, para meus relacionamentos, para minhas cartas e lembranças de Amor e conseqüentemente para meus rabiscos no papel. Falarei um pouco deles, até o final do Carnaval, que encerra a nossa coleção de Verão e abre o armário para um universo novo, quem sabe um conceito vanguardista.

Por hora, meu mundo tem a fotografia de três filmes, meia dúzia de personagens, uma atriz e a nossa luta constante entre a vida real e o holofote da esquina.

Então, a dica para este final de semana e para o próximo e para a vida toda é: encontre um filme para chamar de seu e não esgote seu desejo de assisti-lo com o final da última cena. Preencham seus olhos com a arte de ser estranho presente nestes três filmes e entenda do que é feita a nossa nova coleção. Abra sua mente.