Por Onde Andei | Rio

No mês passado, eu e meu marido passamos 5 dias no Rio de Janeiro. Foram 5 dias super intensos de aprendizado e experiências!

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Nos três primeiros dias estivemos na Convenção da empresa de combustíveis Ipiranga, que estava completando 80 anos de história. Um sonho para qualquer empreendedor! Ricardo já havia me preparado para a estrutura que é o evento, mas eu não imaginava tanto! O evento foi realizado no Rio Centro (um centro de convenções gigante na Barra da Tijuca), então ficamos hospedados na Barra durante os primeiros dias. Saímos de casa as 9 e chegamos às 23 todos os dias, assistimos uma infinidade de palestras nacionais e internacionais, com as melhores cases do mercado. Anotei muitas coisas e refleti muito sobre a forma como direciono a minha marca. Eu nunca imaginei que fosse aprender tanto num evento voltado para uma área completamente diferente da minha! Foi incrível, só tenho a agradecer ao meu marido pelo convite e oportunidade. Ao final de cada dia, ainda no Rio Centro, nós tínhamos um jantar e um show.

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No primeiro dia o show foi do cantor Daniel, muito animado, muito carismático, mas não aproveitamos tanto por que meu corpo ainda não tinha se adaptado ao ritmo do evento e à madrugada acordada – não durmo em avião. No segundo dia, conseguimos aproveitar mais, era o show de aniversário dos 80 anos da Ipiranga. O “pequeno show” fez uma retrospectiva musical de 80 anos para cá. O show teve a participação de Maria Gadu, Péricles, Paulo Ricardo, Frejat e Anitta, nessa ordem. Cada artista cantou entre três e quatro música e depois todos voltaram para cantar juntos no final. Foi muito bom! O último dia de Convenção terminou mais cedo, mas teve um momento com Ivete Sangalo e Sabrina Sato – ambas lindas e simpáticas!

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Nesses três primeiros dias estivemos hospedados num hotel maravilhoso, o Windsor Marapendi. Não conhecemos muito do hotel por que não deu tempo, mas me encantou duas fantasias de escola de samba no hall de entrada. É impressionante a riqueza desse figurino de Carnaval!  Ainda no final do dia mudamos para a Zona Sul para aproveitar alguns pontos turísticos.

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Na Zona Sul ficamos hospedados no Hotel Yoo2, no Botafogo. Uma das escolhas mais acertadas da viagem! O hotel é incrível para os amantes do Design, além de ter a minha vista preferida do Rio de Janeiro: o Pão de Açucar. Não conheço ninguém próximo que tenha se hospedado lá, encontrei ele no Google mesmo, mas depois que eu cheguei aqui, vi que Angélica e Laís Ribeiro também deram uma passada por lá em fevereiro. Logo que cheguei fiquei impactada com o grafite no elevador! Nunca vi nada parecido. Os quartos são lindos, a comida é ótima e o rooftop é incrível. A piscina tem visão para o Cristo Redentor e à noite sempre tem um DJ animando o espaço. Pena que passamos tão pouco tempo! Mas voltaremos com certeza!

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À noite fomos conhecer o Riso em Ipanema. Fiz a reserva para Internet por que achei o espaço lindo! O restaurante fica num casarão dos anos 1970 Ricardo comeu o melhor salmão da vida dele! O salmão deslizava na boca! E eu pedi um polvo que estava lindo e maravilhoso! Tomamos duas capiroskas e pegamos o Uber de volta para o hotel.

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Depois do Riso subimos para o terraço do hotel e pudemos ver o Cristo à noite. Estava super nublado e achávamos que não daria para ver, mas como num momento mágico ele apareceu para nós. Essa noite conversamos e agradecemos a Deus pela oportunidade de conhecer esses lugares, viver essas experiências. Não temos muito na nossa vida, mas temos esses momentos! Aliás, priorizamos esses momentos. Nos desligamos no resto do mundo às vezes, só para apreciar a melhor coisa da vida: estar com quem se ama!  Ainda no terraço tomamos um drink com cachaça, rapadura, limão siciliano e limão taiti, estava muito bom!

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Só nos sobrou um dia de passeio no Rio. Juntos, só estivemos no Rio por duas vezes. A última vez havia sido em 2011. Também só tivemos dois dias de passeio, mas fizemos o básico carioca: Cristo, Pão de Açúcar, Lagoa, Copacabana, Leblon etc. Dessa vez eu queria explorar espaços diferentes então pesquisei áreas que pudessem estar relativamente próximas.

Começamos o dia pegando muito trânsito. O Rio está entre as 5 cidades com o pior trânsito do mundo. Ele vence de São Paulo (juro!), além do que era sábado (pré Carnaval), ou seja, muitos bloquinhos nas ruas. Mas isso foi um detalhe pequeno perto das coisas que vivenciamos lá.

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Nossa primeira parada foi no Parque Laje. O Parque Laje era um antigo engenho de açúcar do Brasil Colonial, mas foi reformulado na década de 1920, pelo então proprietário Henrique Lage. Logo na entrada existe um casarão em torno de uma piscina com mármore e azulejos italianos. A vista para o Cristo é incrível! No casarão funciona uma Escola de Artes. Os jardins que cerca a casa fazem parte da Floresta da Tijuca. Muitas pessoas fazem ensaios fotográficos lá. Não visitei o Parque inteiro por pura falta de informação. Fiquei desapontada com a conservação do local. A piscina estava suja, não há placas indicativas, o banheiro é precário. Não havia mapas, nem guias. Fico muito triste com o abandono dos nossos patrimônios históricos. Como falar em turismo desse jeito? Apesar de ter achado o local bonito, fiquei com uma sensação de insegurança enorme. Depois do Parque Laje iríamos ao Jardim Botânico, mas como perdemos muito tempo no trânsito, achamos melhor seguir.

Partimos rumo ao Parque das Ruínas. O Parque das Ruínas é um centro cultural que fica no bairro Santa Teresa. Pesquisei algumas imagens do local e achei bem fotogênico, mas não estava acontecendo nenhum evento então a nossa visita foi bem rápida! O prédio mescla as ruínas de um antigo palacete com estruturas de ferro e vidro. O mirante dá uma visão de 360º. do Rio, vale à pena a visita!  Mas o mais legal (e que não estava no roteiro!) foi a visita ao Museu Chácara do Céu que fica ao lado do Parque das Ruínas.

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O Museu Chácara do Céu é lindo! E está situado numa das antigas residências de Raimundo Ottoni de Castro Maya, um bem sucedido empresário e colecionador de obras de arte. Se trata de uma residência modernista, em estilo cubista, com amplos jardins, situado numa parte alta do bairro de Santa Tereza. Lá existem muitos originais de obras de arte feitos por artistas que estiveram no Brasil principalmente na primeira metade do século XIX, incluindo quase 500 originais do Jean-Baptiste Debret. Tem muito Debret! E também tem Portinari! A casa é linda, mas carece de recurso para manutenção. É um museu pouco conhecido para os piauienses, eu acho. A biblioteca é incrível, muitas edições icônicas da literatura nacional me chamaram atenção. Por favor, alguém divulga esse museu! Eu e Ricardo ficamos encantados com o acervo!

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Depois do Museu Chácara do Céu seguimos a pé rumo à Escadaria Selarón. Esse sem dúvida é o melhor caminho para a Escadaria, pois a contemplamos no alto com paradas estratégicas para as fotos! É que se fizemos o sentido contrário teríamos que subir todos os 260 degraus e não descê-los. Para baixo todo santo ajuda! E o calor estava insuportável nesse dia! Era meio dia de Rio 40 graus com sensação de 50, fácil! A Escadaria Selarón liga os bairros de Santa Teresa à Lapa. A Escadaria é um grande mosaico do artista chinelo Jorge Selarón, formado por azulejos de mais de 60 países diferentes. Ele começou a obra nos anos 1990 com recurso próprio e hoje é um ponto turístico dos mais legais no Rio.

Ah! Nesse entorno estava previsto almoçar no Aprazível, andar de bondinho e tirar umas fotos na Catedral e nos arcos da Lapa, mas por motivo de calor, tempo e insegurança, ficou para a próxima! Da Escadaria fomos para o Museu do Amanhã.

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O Museu do Amanhã fica na região portuária do Rio de Janeiro. Ele faz parte de um projeto de revitalização dessa área. O edifício é impressionante! Tem formas orgânicas, inspiradas em bromélias e espelhos d’agua fotogênicos que formam uma área de quase 35 mil metros quadrados. Compramos os ingressos pela Internet para não pegar fila. Logo que chegamos fizemos um lanche no café e fomos explorar os espaços. Começamos pelas exposições temporárias: Rolé pelo Rio Hackeado, que propõe o empoderamento das cidades por pessoas inquietas, os chamados “hackers” e “O poeta voador”, sobre o incrível brasileiro Santos Dumont e seus feitos. É um museu sobre ciência e tecnologia a favor do futuro da Terra. Os espaços são interativos e sensoriais, ótimo para levar a família! Eu e Ricardo tivemos a mesma opinião acerca do Museu. O Museu é lindo, mas é muito mais estrutura do que museu. O prédio é gigantesco, mas muitos espaços são subaproveitados. Na balança do investimento eu acho que ele teria a mesma importância se fosse menor, mas mais aproveitado.

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Do Museu do Amanhã caminhamos pelo Pier Mauá para ver os murais dos grafiteiros. O mais famoso deles é o “Etnias” do Kobra, que tem 2.500 mil metros quadrados e representa os cinco continentes. Mas o meu preferido é o da Rita Wainer: “Saudade é Amor | Sigo te esperando”. Sou apaixonada por grafite!

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Voltamos para casa de BRT (o novo sistema de transporte do Rio). Achei seguro, frio, limpo e organizado. Descemos no aeroporto Santos Dumont que era a estação mais próxima do hotel. Pegamos um Uber e ainda vimos o por do Sol na piscina.

Quando ainda estávamos no Museu recebi uma mensagem da Ana Lu, carioca que morou em Teresina nos anos 2000 nos convidando para o Show do Seu Jorge na Sociedade Hípica Brasileira. À noite lá fomos nós! Nos divertimos, conversamos sobre Teresina e já me deu saudade do Rio! No outro dia de manhã partimos para o aeroporto e chegamos em Teresina, sã, salvos e revigorados! O Rio é a cidade mais fotogênica do Brasil! Todo cantinho tem seu charme. Me apaixonei novamente! Já estamos pensando em voltar!

Por onde Andei | Exposição Paulo Bruscky

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Sempre que saio de Teresina eu procuro fazer programações culturais que agreguem ao meu crescimento pessoal. Quando vou a Recife é sempre muito corrido por causa da família, mas sempre encontro duas horinhas para fazer um passeio diferente. Como não havia pesquisado nada, fui direto na Caixa Cultural de Recife por que é certeza de ter boas exposições. Em 2015, pude conferir a exposição do artista português Vhils, inclusive falei sobre ela aqui. E agora, em janeiro, pude conhecer a exposição Palarva, do artista pernambucano Paulo Bruscky.

Paulo Bruscky, nasceu em 1949, no Recife e é considerado uma das figuras centrais da poesia experimental brasileira. Sou apaixonada pelas palavras e quando essas se unem à arte produzem as mais encantadoras interações. Quando eu cheguei em casa, meu sogro ainda me disse que havia estudado com Paulo Bruscky na escola. Recife é cheia de boas surpresas, hein?! Separei algumas das muitas imagens que fiz na exposição para compartilhar.

 

O que eu mais gosto numa exposição, num livro ou filme, é a certeza de que as percepções serão sempre diferentes. O que eu absorvi desse trabalho pouco coincide com o que as outras pessoas absorvem. Sempre faço esse exercício de reflexão com o meu marido, que é quem sempre me acompanha nesses passeios. Gosto de observar o que ele sente em relação às obras que visitamos juntos. Não somos parecidos, embora olhemos para o mesmo lado. É assim na vida e na arte. O resultado é incrível!

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Por onde andei: Covent Garden

Sou apaixonada por Londres. Penso em Londres todos os dias. Penso em vivenciá-la, sinto saudades, sonho com ela. Tem gente que sonha em ficar rico, ficar famoso, ficar magro, eu sonho com Londres. E qualquer coisa relacionada a ela me encanta. Nos últimos dias tenho me sentindo um pouco tristinha e para fugir um pouco do que me deixa assim eu penso em Londres. Decidi começar a arrumar meus álbuns das viagens que fiz em novembro de 2010 e em julho de 2013. Não faz tanto tempo assim que estive lá, mas parece uma eternidade. E enquanto não coloco meus pezinhos lá, vou me divertindo com imagens e leituras, além de estudar sobre a cidade e suas redondezas.

Hoje vou falar de um dos primeiros lugares que eu conheci em Londres: Covent Garden. Assim aproveito para selecionar as fotos dos álbuns que eu nunca fiz!

A região conhecida como Covent Garden, abrange um dos centros comerciais e de entretenimentos mais tradicionais de Londres. O lugar é cheio de lojinhas, teatros, bares, além de artistas de rua fazendo suas performances durante todo o dia.

No meu primeiro dia da vida em Londres, depois de muito andar e fotografar perto do rio Thames, Ricardo me levou para este “bairro” maravilhoso. Nas duas vezes comemos alguma massa gostosa nas redondezas, antes de explorar o lugar. Tenho um problema com massas, estão sempre na primeira opção de prato nos restaurantes que eu vou!

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Lá em Covent Garden todo dia tem alguma novidade. Quando fomos em 2010 a novidade era uma loja gigante da Apple com wifi grátis (raridade há cinco anos!) onde muitas pessoas ficavam do lado de fora da loja aproveitando para checar seus emails e Facebooks.  Da segunda vez que estive lá, uma apresentação de artista de rua no centro da praça fazia todos que passavam dispensar dois minutos (no mínimo!) observando.

As minhas lojas preferidas por lá são: a incrível papelaria Paperchase (amo papelarias!); a loja da Kryolan (maquiagens profissionais!); a Ladurée (patisserie francesa) e, na primeira vez que estive lá, também me chamou atenção a loja da Fred Perry, que na época estava com a coleção de Amy Winehouse (#RIP).

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Checando meus emails na Apple Store de Covent Garden | 2010.
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Inspirando e respirando London pela primeira vez | 2010.
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Vitrine icônica de Amy Winehouse para Fred Perry | 2010.
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Sendo feliz na Kryolan | 2010.
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Artista de rua em Covent Garden | 2013
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A clássica do telefone público! | 2013
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Covent Garden Market por fora | 2013
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A “muvuca” diária de Covent Garden | 2013.
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Performance artística na praça de Covent Garden | 2013.

Nos arredores do Mercado de Covent Garden, também visitei muitos lugares legais como o British Museum, a National Gallery , a Portrait Gallery e a Catedral de Saint Paul, atrações que merecem um post só delas!

Outro programa interessante foi patinar no gelo na Somerset House. A Somerset House, é um palácio à beira do rio Thames onde acontece o London Fashion Week e que, no inverno, abriga uma pista de skating.

No calor e no gelo! | 2010.
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Eu e minha amiga Joana na Somerset House | 2010.

Há ainda muito a ser explorado por mim em Covent Garden (é lógico!) mas para minha próxima visita já elegi: conhecer a Royal Opera House;  tomar uma pint no Porthouse, um pub gigante de uma rede irlandesa que produz sua própria cerveja; visitar o London Film Museum, que tem uma exposição incrível do James Bond; passar algumas muitas horas na National Gallery e conhecer o London Transport Museum e o Sir John Soane’s Museum para riscar mais dois museus londrinos  importantes da minha lista de desejo!

Para quem teve curiosidade com a região, não de passar pelo menos meia hora do seu dia, explorando o site oficial de Covent Garden e descobrindo por que esse é um dos pontos turísticos mais legais de London!

Feliz em Convent Garden | 2010.

#tbt Fashion Rules

O #tbt de hoje é mágico! Há dois anos quando estive em Londres pude visitar a exposição Fashion Rules no Kensington Palace. O Kensington Palace era a residência do casal Princesa Diana e Príncipe Charles e fica colado em um dos parques mais lindos do mundo: o Hyde Park. Além da exposição Fashion Rules, há também uma exposição sobre a Rainha Vitória com uma curadoria incrível! Noutro momento trago as fotos dela! Hoje trouxe algumas peças lindas que brilharam dos anos 1950 a 1990 na realeza britânica.

Esse vestido maravilhoso de cetim com bordados, foi usado pela Rainha Elizabeth em 1963.

Detalhe de um vestido de cetim com renda usado pela Rainha Elizabeth no começo dos anos 1950.

Vestido usado pela Rainha Elisabeth, em 1951, de organza na cor cinza com bordados florais e laços em tons de rosa.

Vestido com detalhe de cascata ou jabô em verde na saia, bem moderninho para a Rainha, hein? Usado em 1961 em visita ao Paquistão.

Em visita à Austrália, no começo dos anos 1970, o estilo da Rainha também aderiu à moda dos fluidos e amplos.

Além de peças da Rainha Elizabeth, a exposição também mostrou peças icônicas usadas pela Princesa Diane e pela princesa Margareth (1930-2002), irmã da Rainha. Ambas são filhas do Rei George VI, que vocês já devem conhecer do filme “O Discurso do Rei” (2010).

Esse vestido de tule com cristais bordados em formato de estrelas, foi usado pela Princesa Diana, em Londres, no famoso Hotel Claridges para um jantar com o então presidente da Grécia, em 1986. Ele é a cara do anos 1980: brilho, tule e cores.

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Esse vestido de crepe off-white bordado de paetês foi usado pela Princesa Diana em 1991, para uma visita ao então presidente do Brasil: Fernando Collor de Melo.

Esse vestido de gazar com bordados riquíssimos a Princesa Margaret usou em 1977, numa apresentação da banda ABBA como parte das comemorações do Jubileu de Prata da Rainha Elizabeth.

E, para finalizar esse post inspirador, o vestido preferido dessa exposição. Ele foi usado pela Rainha em 1958 e como, a maioria dos vestidos deste post, de criação do estilista inglês Hardy Amies (1909-2003).

Aqui uma foto mais detalhada (essa peguei na Internet!):

Não preciso dizer o quão emocionada fiquei ao ver de perto esses vestido que eu só conhecia de revistas. Sou uma apaixonada pelo Reino Unido, pela família real e pelo tradicionalismo britânico. O modo como os inglês defendem e preservam seu patrimônio histórico-cultural é inspirador!

Ah, aqui o link para um blog que também dá um depoimento interessante sobre a exposição, vale a pena ler!

Assinatura Rita.

#TBT Final de Semana em Recife.

Olá! Gente, passei o final de semana passado em Recife, cidade que eu amo e onde mora meus sogros, minha cunhada e minha sobrinha. Cheguei na sexta às 9h da manhã, meu marido já estava me esperando e fomos tomar café na Casa dos Frios da Avenida Domingos Ferreira, em Boa Viagem.

A Casa dos Frios é um empório bem tradicional de Recife. É minha parada obrigatória para o café da manhã, almoço ou lanche da tarde. Pedimos um expresso com leite, suco de laranja e um sanduíche de pão de provolone com molho de carpaccio, queijo do reino e salame. Yummy.

Fomos resolver umas coisas importantes e depois visitamos o apê de um amigo em construção. Foi uma aventura, viu? Marido não me avisou que teríamos que subir 25 andares num daqueles elevadores gaiolas, mas valeu a pena! A vista era incrível! Tanto para o lado da praia, quanto para o lado do mangue.

Almoçamos no Bar Chef do Shopping Rio Mar. O Bar Chef é outro empório/restaurante bem legal de Recife. A outra filial dele fica no bairro Casa Forte, um casarão lindo restaurado. Já fui algumas vezes e super recomendo.

Depois passamos um tempo no shopping, na verdade, mais matando a saudade e conversando do que prestando atenção nas coisas. Eu estava morrendo de saudades do meu marido. Ficar uma semana longe dele é um sofrimento!

À noite encontramos meu sogro e sogra e fomos jantar no Hot Spot que, embora estiloso, tinha uma comida bem normal, nada demais. Também havia opção de fondue, mas como estávamos com pressa, pedimos um prato normal.

No sábado acordamos cedo e fomos andar na praia. Depois almoçamos no Tio Pepe. Luíza (minha sobrinha) adora! Bem colorido, cheio de peças de artesanato. A comida estava ótima e o ambiente é bem diferente. Aqui nosso look do dia, no restô:

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À noite tivemos um jantarzinho romântico no ÇaVa Bistrô Moderne. Uma das melhores comidas de Recife na minha opinião. Esse restaurante fica numa rua cheia de restaurantes legais no bairro do Pina, chamada Capitão Ribelinho. Há tempos queria conhecer, mas nunca dava certo. A entrada estava tão perfeita que pedimos um prato para dividir e ainda sim ainda sobrou no prato!

No domingo acordamos beeem tarde e fomos almoçar do outro lado da cidade, no Villa Cozinha de Bistrô. Adorei o ambiente, com várias telas à venda. Pedi o que peço sempre que não sei o que pedir: linguine com camarão. Estava bom, normal, sem surpresas, mas eu também já estava meio que desmaiando de fome, então comi sem nem sentir o gosto.

De lá fomos para o lugar mais legal de Recife num dia de domingo: o Marco Zero. Depois da inauguração do complexo Armazéns do Porto o lugar tem outra cara! Estava lotado! Gente andando de skate, patins, bicicleta, turistas, famílias etc. A cada vez que venho está mais legal. Dei uma volta no Artesanato, mas não comprei nada. Estava atrás de umas esculturas de madeira para pôr na minha sala, de um artista local que amo muito, mas estava tão cheio que não consegui ver nada. Vai ficar para a próxima 😉

Depois de passearmos, tomamos um café no São Braz e à noite jantamos no Waynes. Uma hamburgueria com a temática cinema! Havia pesquisado sobre ela no Instagram e, realmente, é muito legal! Comi o sanduíche Kim (veja o vídeo) Estava delicioso!

Na segunda-feira amanhecemos na praia novamente! Em Boa Viagem mesmo por que dessa vez ficou muito corrido para uma praia mais longe. Almoçamos no Tapa de Cuadril, um restaurante de carnes, excelente, que tem a melhor salada caesar que eu já comi! À tarde fomos para o Shopping Rio Mar para comprar umas coisas de casa e as sandálias que usarei nas fotos da nova coleção.

Depois fui assistir o filme Magic Mike XXL. É muito bom! Ri muito! E fico feliz de ter feito isso, por que o filme nunca chegou no cinema de Teresina. Socorro! Sério, melhor assistir Magic Mike do que 50 Tons com as amigas, prometo! Depois do filme, encontrei Ricardo e minha sogra e como já tinha me entupido de pipoca, não consegui jantar. Mas acompanhei nas entradinhas maravilhosas do Pobre Juan. Yummy!

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Na terça-feira de manhã voltamos para Teresina, mas como sempre, com saudade de Recife! Amo essa cidade, amo a felicidade do meu Amor quando está nela. Amo vivenciar outros lugares além de Teresina.

Fiz um vlog com um resumo da viagem, via Snap.

Assinatura Rita.