#tbt Fashion Rules

O #tbt de hoje é mágico! Há dois anos quando estive em Londres pude visitar a exposição Fashion Rules no Kensington Palace. O Kensington Palace era a residência do casal Princesa Diana e Príncipe Charles e fica colado em um dos parques mais lindos do mundo: o Hyde Park. Além da exposição Fashion Rules, há também uma exposição sobre a Rainha Vitória com uma curadoria incrível! Noutro momento trago as fotos dela! Hoje trouxe algumas peças lindas que brilharam dos anos 1950 a 1990 na realeza britânica.

Esse vestido maravilhoso de cetim com bordados, foi usado pela Rainha Elizabeth em 1963.

Detalhe de um vestido de cetim com renda usado pela Rainha Elizabeth no começo dos anos 1950.

Vestido usado pela Rainha Elisabeth, em 1951, de organza na cor cinza com bordados florais e laços em tons de rosa.

Vestido com detalhe de cascata ou jabô em verde na saia, bem moderninho para a Rainha, hein? Usado em 1961 em visita ao Paquistão.

Em visita à Austrália, no começo dos anos 1970, o estilo da Rainha também aderiu à moda dos fluidos e amplos.

Além de peças da Rainha Elizabeth, a exposição também mostrou peças icônicas usadas pela Princesa Diane e pela princesa Margareth (1930-2002), irmã da Rainha. Ambas são filhas do Rei George VI, que vocês já devem conhecer do filme “O Discurso do Rei” (2010).

Esse vestido de tule com cristais bordados em formato de estrelas, foi usado pela Princesa Diana, em Londres, no famoso Hotel Claridges para um jantar com o então presidente da Grécia, em 1986. Ele é a cara do anos 1980: brilho, tule e cores.

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Esse vestido de crepe off-white bordado de paetês foi usado pela Princesa Diana em 1991, para uma visita ao então presidente do Brasil: Fernando Collor de Melo.

Esse vestido de gazar com bordados riquíssimos a Princesa Margaret usou em 1977, numa apresentação da banda ABBA como parte das comemorações do Jubileu de Prata da Rainha Elizabeth.

E, para finalizar esse post inspirador, o vestido preferido dessa exposição. Ele foi usado pela Rainha em 1958 e como, a maioria dos vestidos deste post, de criação do estilista inglês Hardy Amies (1909-2003).

Aqui uma foto mais detalhada (essa peguei na Internet!):

Não preciso dizer o quão emocionada fiquei ao ver de perto esses vestido que eu só conhecia de revistas. Sou uma apaixonada pelo Reino Unido, pela família real e pelo tradicionalismo britânico. O modo como os inglês defendem e preservam seu patrimônio histórico-cultural é inspirador!

Ah, aqui o link para um blog que também dá um depoimento interessante sobre a exposição, vale a pena ler!

Assinatura Rita.

Por Onde Andei ♥ Museu do Futebol & Exposição Guerra e Paz

Oi gente! No feriado aproveitei a minha vida ponte-aérea Teresina-São Paulo para receber meu marido na Paulicéia. Fiz uma programação toda fofinha e mandei pro email dele três dias antes, pesquisei eventos, exposições, museus, restaurantes, programas culturais bem diferentes dos de Terehell [abafa!] e começamos na sexta! Hoje vou falar desse dia!

De manhã fomos ao Museu do Futebol. De futebol eu só entendo que a Copa só acontece de quatro em quatro anos, então meio que passo quatro anos sem pensar em futebol na minha vida, mas, a gente faz qualquer coisa pela pessoa que a gente ama e… me surpreendi!

 

 

Não pode tirar fotos dentro do Museu e eu sou uma pessoa que segue regras. O que quer dizer que fiquei chocada com a quantidade de gente que tira fotos escondido no celular, me poupe, né? Não entendo o fato de não poder tirar fotos nem com flash e alguns museus que visitei aqui no Brasil. Na Europa pude tirar fotos de tudo! Vai entender… Enfim, amei o acervo fotográfico do Museu! Tem uma salinha cheia de fotos desde o começo do século XX que localiza historicamente a chegada o futebol no Brasil. Me contive muito para não fotografar, mas achei umas imagens dessa sala, cheia de molduras lindas, no site do Museu.

Outro aspecto negativo foi a falta de acervo. Sentimos (muita) falta de objetos que contam a história, não réplicas. O Museu é todo bem interativo, logo é cheio de tecnologia, informações e curiosidades, mas eu quero chegar no Museu do Futebol do Brasil e ver todas as camisas desde a primeira seleção. Não vi nada, nem camisa, nem bolas de jogo importantes, doação de jogadores etc.

Mas a vale a pena a visita e eu adorei o passeio, o Museu é bonito e dinâmico, não tem perigo de ninguém ficar entediado!

Depois do Museu do Futebol corremos até o Memorial da America Latina para ver os famosos painéis de Portinari: Guerra e Paz. Que foram criados em 1952 e 1956 encomendados pelo governo brasileiro para a sede da ONU em Nova York. Além dos painéis, a exposição histórica dos murais em São Paulo, traz também os estudos preparatórios do artista, mas essa parte eu não vi por que cheguei perto de fechar, então corri para o Guerra e o Paz.

 

 

Fantásticos! Gigantes, 14 metros de altura por 10 de largura. Enorme a genialidade do artista e olhar essas obras de perto foi muito emocionante! O Memorial é uma atração encantadora, como toda obra de Niemeyer. Fica a dica para quem visitar São Paulo.  A exposição Guerra e Paz já atraiu mais de 100 mil visitantes e fica até 24 de abril, tá?!