Sobre Star Wars: o primeiro e o último.

Duas coisas eu aprendi vendo filmes esta semana: um filme precisa do telespectador para acontecer e, assim como nos livros, a cada assistida, há um espectador diferente. Neste final de semana assisti a dois filmes da franquia Star Wars: O Despertar da Força (2015) e Uma Nova Esperança (1977). Fui parar no cinema por que este ano decidi não comemorar meu aniversário da forma tradicional e o único filme interessante em cartaz era o sétimo episódio da saga Star Wars. Confesso que fui movida pela imparcialidade e curiosidade. Ao contrário dos fidedignos fãs, não havia uma gota de ansiedade na minha pessoa para encontrar Harrison Ford interpretando o mesmo personagem muitos anos depois. A curiosidade sobre o “feitiço Darth Vader e companhia” me deixou empolgada. Eu não sabia absolutamente nada sobre a história e demorei um pouco a entender o próprio filme, mas a intenção de ser enfeitiçada pelos personagens estava presente o tempo todo na minha poltrona. (A partir desse ponto o texto contém spoilers!) Achei o filme bem legal, mas não me emocionei na última cena como as pessoas ao meu lado. Saí do cinema buscando mais e corri para o Internet Movie Data Base como faço toda vez que termino de assistir um filme. No dia seguinte recebi a visita de uma amiga que, coincidentemente estava naquela mesma sessão. Ela me falou que estava assistindo ao filme pela segunda vez. Conversei com ela sobre a minha necessidade de encontrar algum tutorial ou um vídeo de 5 minutos que explicasse tudo, sem eu ter que assistir a todos os seis filmes anteriores. Ela me deu uma rápida aula e eu continuei sem entender nada. Luz vermelha, luz azul, sons exóticos, linguagens bizarras, robôs e criaturas. Quem era pai de quem, quem teve filho com quem, que era o tal Luke Skywalker, quem são todos aqueles bonecos dos meus sobrinhos (que eu já conheço de nome, mas não entendo suas participações na trama) enfim, só constatei que, para compreender tudo, para me envolver, ser seduzida, tocada, etc, eu teria que assistir aos filmes na ordem em que foram lançados. Isso eu entendi de primeira, por que lembro claramente de ter ido ao cinema, nos idos de 1999, com a mesma curiosidade, conhecer o tão aguardado Episódio I, o quarto a ser lançado. Do meu primeiro contato com Star Wars só me recordo de ter me apaixonado por Natalie Portman. Isso foi alguns anos antes de Closer (2004). Eu só pensava como poderia ter alguém no mundo com aquele rosto. Eu só me lembro disto e de que o cinema do shopping era bem legal nessa época. Seguindo o conselho de minha amiga, fã de Star Wars, comecei a minha própria saga na compreensão da história. Hoje criei coragem e, depois de uma tentativa frustrada na semana passada por motivo de sono, assisti Uma Nova Esperança (1977), o quarto episódio e primeiro a ser lançado. Foi muito bom entender como os personagens criados há quase quarenta anos continuam jovens. Tive muita paciência em esquecer os efeitos especiais ultrapassados para os dias atuais, mesmo compreendendo sua significância para a história do cinema. Gostei do humor, do figurino e do fato de voltar no tempo. Tenho esse problema com o passado, ele me encanta principalmente no cinema. Amei os drapeados da Princesa Leia, quero me vestir igual a ela qualquer dia. Estou contando as horas para assistir o próximo episódio da saga.

Música Linda do Dia ♥ My Valentine

Acabou de sair na página do Youtube do [reverências] Paul McCartney o clipe dessa música linda: My Valentine. O clipe foi dirigido pelo próprio Paul e tem dois dos meus atores preferidos. Apaixonei! Vamos ver?

 

 

 

A música é do Kisses on the Bottom , o 15o. disco da carreira de Paul, que foi lançado em fevereiro desse ano. A música é uma declaração de Amor, como a maioria das música do romântico beatle. Não tem como não amar muito.

Caveirísmos ♥

Já tem um tempinho que começou a temporada de caveiras. Esse ícone irreverente que comumente é utilizado para representar um tipo de rebeldia, anarquia ou revolta, apareceu na moda junto com o movimentos punk, gótico e hardcore e vez ou outra reaparece no guarda-roupa dos mais descolados.

O motivo da vez sem dúvida foi a morte prematura do estilista britãnico Alexander Mcqueen, o muso das caveiras, em fevereiro do ano passado. No Brasil, a gente sempre relaciona o símbolo ao trabalho de Alexandre Hercovitch. A estilista inglesa Viviene Westwood é outra artista que adora colocar as skulls em seus trabalhos.

E eu gosto tanto de caveira que ela apareceu em todas as coleções do Atelier Rita Prado. Vamos ver algumas pecinhas antigas?

Agora, três pecinhas lindas e caveirísticas estão nas araras do atelier essa semana: o Vestido Nina (que leva esse nome por causa do lados Black and White Swan da personagem de Natalie Portman no filme homônino – caveiras x flores), o Vestido Lilly (inspirado na irreverência da personagem de Mila Kunis) e o Vestido Beth (que leva esse nome em homenagem a personagem densa de Winona Ryder), todos no clima de um dos melhores thrillers de todos os tempos.

O mais legal é que cada um dá a interpretação que quiser para esse símbolo visualmente forte e pesado, por isso aguardem as releituras que faremos para a Coleção de Inverno 2011.

P.S.: Um agradecimento super especial ao Jr. Araújo pelas fotos e à Vanessa Damasceno, essa modelo linda que vestiu os looks.

Vestido Nina ♥ Novidades no Atelier

Semana passada eu precisava de um vestido lindo para ir a um show de rock dos bons! Tinha um tecido aqui maravilhoso floral com caveirinhas pink e mandei ver no decote das costas! Fez tanto sucesso meu Wardrobe Remix e nos jornais da cidade que eu tinha que compartilhar essa beleza com minhas clientes queridas.

Então, já está disponível na loja o Vestido Nina. E esta sandália linda da Via Mia também já está disponível aqui na loja, numeração 33 a 38. Perfeita!